A Interprete

the  A Interprete A Interprete visto ontem no sessão das 21h50m, foi uma agradável surpresa. Isto não pretende ser uma critica cinematografica, falta-me a prosa, sim porque há quem me tome por critico, a explicação vem no final da entrada.

Poderia ter sido uma desculpa do realizador para falar e mostrar tantos caderninhos, sacolas e esferográficas, eu pessoalmente gosto muito dos primeiros, faltou ver um Moleskine, esses tem mais pinta.
Os primeiros minutos foram um desfile de marcas, a Nikon, Dell, Apple, Starbucks e Pepsi-Cola.
Mas valeu a pena, filme com ritmo, cheio de pormenores, muito bem montado.
As salas do SBC, neste momento não tem a numeração nas cadeiras, portanto ou chegam antes de toda a gente ou têm uns caramenlos já lá sentados a alegarem não saberem onde era o lugar deles e a não sairem do vosso lugar, só aqui.

Entretanto no Cibercultura 2º semestre 2004/2005, um blogue da disciplina de Cibercultura (!!!), do Inst. Miguel Torga de Coimbra obtive a nota de Confuso, acho quer precisavam de um muito mau para colocarem na ficha de trabalho.

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